From the monthly archives:

March 2006

… E a inevitabilidade das Marés

30/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – 4ª Parte
“O primeiro passo é aceitar as mudanças como um estilo de vida, e não como um desvio, uma exceção“. Assim, de forma simples e direta, Fred Brooks começa a tratar o tema “Mudanças”.

Mudanças ocorrerão em um projeto não só porque o trabalho inicial (coleta e análise de [...]

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Vai entender o que o Cliente quer

23/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – Continuação da 3ª Parte.
Scott Berkun dedica várias páginas de seu livro para tratar da tal ‘Engenharia de Requisitos’ (termo que ele não utiliza) e do ‘Design’ (termo que ele usa insistentemente) de uma solução. Capítulos como “How to figure out what to do“, “Where Ideas come from” e [...]

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Castelos de Areia…

23/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – 3ª Parte
Em 1986 Fred Brooks publicou o artigo “No Silver Bullet”, que aparece como o capítulo 16 da edição que comemorou os 20 anos de “The Mythical Man-Month”. Para Brooks, “ainda cometemos erros de sintaxe, com certeza, mas eles não são nada quando comparados aos erros conceituais da maioria [...]

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Os Dois donos do Projeto (Totó)

17/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – Continuação da 2ª Parte.
Fred Brooks encerra “O Time Cirúrgico”, terceiro capítulo de “The Mythical Man-Month”, falando que um sistema deve ter total Integridade Conceitual, e que isso só seria possível através da dedicação integral de um Arquiteto (System Architect, no texto original). Logo depois, em “Por que a Torre [...]

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Como montar Times e influenciar Projetos

15/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – 2ª Parte
A experiência prática de Fred Brooks, como citado anteriormente, foi com projetos mastodônticos: 1000 pessoas envolvidas ou mais. Mas ele lembra que desde aquela época os ‘gerentes de programação’ preferiam “pequenos e ‘agudos’ times formados por pessoas de ‘primeira classe’”. Brooks cita um estudo (de Sackman, Erikson e [...]

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Questão de Confiança

09/03/2006

Série “De Brooks a Berkun” – Continuação da 1ª Parte
Berkun diz que o problema com nossos projetos não está nos cronogramas mas sim na forma como eles são elaborados e usados. O coordenador deve confiar nas estimativas apresentadas pelos programadores e demais membros do time. Se cada estimativa apresentada for bem justificada, não há porque [...]

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