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	<title>Comments on: Como montar Times e influenciar Projetos</title>
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		<title>By: Vai entender o que o Cliente quer &#124; finito</title>
		<link>http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2006/03/15/como-montar-times-e-influenciar-projetos/comment-page-1/#comment-773</link>
		<dc:creator>Vai entender o que o Cliente quer &#124; finito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:39:04 +0000</pubDate>
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		<description>[...] design de interfaces e usabilidade disponibilizado para os tomadores de decisão&#8221;. Na sugestão que apresentei na 2ª parte desta série, o Desenvolvedor de Interfaces realiza tais funções. Trabalhando bem próximo do Analista de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] design de interfaces e usabilidade disponibilizado para os tomadores de decisão&#8221;. Na sugestão que apresentei na 2ª parte desta série, o Desenvolvedor de Interfaces realiza tais funções. Trabalhando bem próximo do Analista de [...]</p>
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		<title>By: De Brooks a Berkun &#8211; Prólogo &#124; finito</title>
		<link>http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2006/03/15/como-montar-times-e-influenciar-projetos/comment-page-1/#comment-546</link>
		<dc:creator>De Brooks a Berkun &#8211; Prólogo &#124; finito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:14:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Como Montar Times e Influenciar Projetos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Como Montar Times e Influenciar Projetos [...]</p>
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		<title>By: Questão de Confiança &#124; finito</title>
		<link>http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2006/03/15/como-montar-times-e-influenciar-projetos/comment-page-1/#comment-542</link>
		<dc:creator>Questão de Confiança &#124; finito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 20:34:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Semana que vem: &#8220;Como montar equipes e influenciar projetos&#8220;. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Semana que vem: &#8220;Como montar equipes e influenciar projetos&#8220;. [...]</p>
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		<title>By: Paulo Vasconcellos</title>
		<link>http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2006/03/15/como-montar-times-e-influenciar-projetos/comment-page-1/#comment-26</link>
		<dc:creator>Paulo Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2006 15:28:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Werther,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o &#039;time cirúrgico&#039; realmente gera um &#039;overhead&#039; impagável se considerado no contexto de um único projeto. Mas acredito muito em sua utilidade em uma Organização que lida com múltiplos projetos. Eu não abriria mão do bibliotecário (GBA) e do almoxarife  (toolsmith), por exemplo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não concordo com sua afirmação sobre o &quot;Arquiteto de Informações&quot;. Acredito ser uma ciência única e relativamente complexa. Sinceramente, nunca vi um bom desenvolvedor dominando modelagem multidimensional, por exemplo. Dominar a linguagem SQL e alguns sistemas gerenciadores de conteúdo não estruturado é uma coisa. Saber estruturar as informações, determinar seu repositório ideal e se ciclo de vida, é outra coisa totalmente diferente. Sigo com minha convicção: &quot;cada macaco no seu galho&quot;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois é: os projetos de produtos &#039;open source&#039; são uma provocação e um desafio. O que podemos aprender com eles? Tema para boas discussões e, quem sabe, novos artigos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Paulo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Werther,</p>
<p>o &#8216;time cirúrgico&#8217; realmente gera um &#8216;overhead&#8217; impagável se considerado no contexto de um único projeto. Mas acredito muito em sua utilidade em uma Organização que lida com múltiplos projetos. Eu não abriria mão do bibliotecário (GBA) e do almoxarife  (toolsmith), por exemplo.</p>
<p>Não concordo com sua afirmação sobre o &#8220;Arquiteto de Informações&#8221;. Acredito ser uma ciência única e relativamente complexa. Sinceramente, nunca vi um bom desenvolvedor dominando modelagem multidimensional, por exemplo. Dominar a linguagem SQL e alguns sistemas gerenciadores de conteúdo não estruturado é uma coisa. Saber estruturar as informações, determinar seu repositório ideal e se ciclo de vida, é outra coisa totalmente diferente. Sigo com minha convicção: &#8220;cada macaco no seu galho&#8221;.</p>
<p>Pois é: os projetos de produtos &#8216;open source&#8217; são uma provocação e um desafio. O que podemos aprender com eles? Tema para boas discussões e, quem sabe, novos artigos.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Paulo</p>
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		<title>By: Werther</title>
		<link>http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2006/03/15/como-montar-times-e-influenciar-projetos/comment-page-1/#comment-22</link>
		<dc:creator>Werther</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 08:06:00 +0000</pubDate>
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		<description>Não concordo muito com a formação de time cirúrgico tal qual Brooks define, nem muito com a distribuição feita na solução especializada que voce (?) lançou, apesar de concordar que o ideal é a formação especializada de equipe. Nesta formação especializada, colocaria o coordenador acima de todos e sendo o que responde pelo projeto e sua viabilidade. &lt;br/&gt;Na minha opinião, o profissional que voce chamou de &quot;Arquiteto de Informações&quot; está tendendo a desaparecer em um projeto de desenvolvimento de sistemas, pois atualmente os programadores e analistas já absorvem (e bem) estas tarefas. Não vejo como um profissional ou mesmo como tarefa distinta.&lt;br/&gt;E o seu último parágrafo é realmente bem finalizado. Como o sucesso pode vir do caos? Existem mais coisas entre o céu e a terra (no caso entre o projeto e o gerente) do que supõe a nossa vã filosofia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não concordo muito com a formação de time cirúrgico tal qual Brooks define, nem muito com a distribuição feita na solução especializada que voce (?) lançou, apesar de concordar que o ideal é a formação especializada de equipe. Nesta formação especializada, colocaria o coordenador acima de todos e sendo o que responde pelo projeto e sua viabilidade. <br />Na minha opinião, o profissional que voce chamou de &#8220;Arquiteto de Informações&#8221; está tendendo a desaparecer em um projeto de desenvolvimento de sistemas, pois atualmente os programadores e analistas já absorvem (e bem) estas tarefas. Não vejo como um profissional ou mesmo como tarefa distinta.<br />E o seu último parágrafo é realmente bem finalizado. Como o sucesso pode vir do caos? Existem mais coisas entre o céu e a terra (no caso entre o projeto e o gerente) do que supõe a nossa vã filosofia.</p>
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