Original: Information Rules (Harvard Business School Press, 1999).
Autores: Carl Shapiro é professor de Estratégia de Negócios na Haas Scholl of Business e do Depto. de Economia da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Hal R. Varian é professor da School of Information Management da Universidade da Califórnia e colega de Shapiro na Haas.
Editora: Campus, 1999. Tradução de Ricardo Inojosa.
Do que se trata: defesa consistente e bem amparada de uma tese: “A tecnologia muda. As leis da economia não“.
É um belo presente para:
- Executivos de qualquer negócio baseado em informações;
- Gente que vende software;
- Profissionais que precificam produtos ou serviços de informação.
Recomendações:
“A Economia da Informação é o primeiro livro a explicar a economia em rede, a nova economia de nossas vidas. Shapiro e Varian explicam as loucuras que ocorrem todos os dias no Vale do Silício e em outras partes do mundo. Este livro é leitura obrigatória para toda pessoa de negócios do novo milênio.”
- Eric Schmidt, quando ainda era CEO da Novell.
“Excelente livro! Ao combinar uma linguagem clara e sem jargões, com exemplos bem definidos e específicos do mundo real, A Economia da Informação mostra como os princípios econômicos aplicam-se à era da Internet.”
- Andrew Grove, presidente do conselho da Intel.
Prós:
- Leitura fácil, clara e objetiva.
- Repleto de exemplos reais.
- Bem estruturado em seus 10 capítulos e 400 páginas.
Contra:
- A tradução, pra variar, peca. Ver commodity aparecendo como “mercadoria” o tempo todo irrita. Se estava tão preocupado em trazer tudo para o português, por que manteve inalterado o termo “feedback”, que aparece até em título de capítulo?
Trechos:
“Ao gerir sua propriedade intelectual, você deve ter por objetivo escolher os termos e as condições que maximizem o valor de sua propriedade intelectual, não os termos e condições que maximizem a proteção.” (pág. 18)
“A infraestrutura [tecnológica] está para a informação assim como a garrafa está para o vinho: a tecnologia é a embalagem que permite entregar a informação aos consumidores finais.” (pág. 21)
“O que há de novo é nossa habilidade de manipular informação, não a quantidade total de informação disponível.” (pág. 22)
“Não deixe que seu produto de informação se transforme em mercadoria [commodity].” (pág. 42)
Acompanhamentos:
- A Vida Digital
Nicholas Negroponte. Companhia das Letras (1995). - Wikinomics – Como a Colaboração em Massa pode Mudar o seu Negócio
Dan Tapscott & Anthony D. Williams. Nova Fronteira (2007). - Cultura da Convergência
Henry Jenkins. Editora Aleph (2008).

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Recomendadissímo.
http://economiadainformacao.wordpress.com/2010/08/25/a-econonia-da-informacao-review-por-paulo-vasconcelos/
Abraço Paulo!
Valeu Flávio!
Me lembrava mesmo que você é fanzaço deste livro.
Abraços,
Paulo Vasconcellos
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