Sobre o finito
“O” finito, e não “a”, como muitos confundem. O finito é um modelo, não uma empresa. Finito é um adjetivo, vem da língua italiana. E aqui ele quer dizer “encerrado”, “acabou”, “game over”! Claro, é uma provocação. Uma expressão a ser utilizada ao término dos projetos bem sucedidos.
A frase que o acompanha, “O que precisa ser feito?“, foi eleita por Peter Drucker a pergunta mais importante em uma empresa ou projeto. Todo o modelo gira em torno dessas duas motivações: começar e encerrar bem os projetos, definindo e ajudando a definir com precisão “o que precisa ser feito”. Mas, afinal, o que é esse tal modelo?

O
finito é composto por uma série de serviços. Um serviço pertence a um dos 4 grupos:
Engenharia de Processos,
Administração de Ativos,
Suporte a Projetos ou
Cursos e Palestras. Como sua aposta (comercial) é na equação “Conteúdo -> Conversas -> Transações”, o modelo é fortemente baseado na geração e difusão de conteúdo. Artigos (do
blog ou em versões para
download), Métodos & Práticas e Cursos & Palestras são elaborados para cada grupo ou serviço. Referências, como o CMMI, MPS.br, OpenUP, RUP, Scrum e várias outras são utilizadas para amparar ou guiar a execução dos serviços e a elaboração de conteúdo. Por fim, mas não menos importante, aparecem os parceiros. Cada tipo de serviço ou localização geográfica pode demandar um parceiro diferente. Por isso o
finito mantém laços bem amarrados com
Cimcorp,
Tempo Real Eventos,
Innovit e outras.
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