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	<title>finito &#187; Princípios</title>
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		<title>D.E.V.A.G.A.R.</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 17:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pv</dc:creator>
				<category><![CDATA[Princípios]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Ativos]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/wp-content/uploads/processo_16x16.png" width="16" height="16" alt="" title="Princípios" /><br/>Como apresentei no post anterior, DEVAGAR é um acrônimo para um conjunto de princípios que deveriam nortear um processo de desenvolvimento &#8216;business-centric&#8217;. Confesso, não deixa de ser uma provocação. E um contra-ponto ao ABCDEF que, segundo seus autores, seria &#8216;business-centric&#8217;. Na minha opinião, mais que &#8216;business-centric&#8217;, aquele conjunto de princípios &#8211; que, aliás, é muito [...]
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<p>Mas, mais do que criar polêmica (essa cansa), eu queria descrever com mais detalhes os 7 princípios [1] que compõem o DEVAGAR:</p>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">D)emonstrar Valor de maneira Iterativa</span></span><br />
Deveria ser, <span style="font-weight: bold">Iterativa &amp; Incremental</span>. Parece frescura, mas faz diferença. <span style="font-style: italic">Iterare</span>, no latim, significa repetir. Aqui indicamos que repetimos diversos passos (no processo de desenvolvimento), mas a cada repetição nós agregamos real valor. Numa leitura &#8220;ágil&#8221;, é o mesmo que dizer &#8220;entregamos software rodando&#8221; em cada ciclo (ou iteração). Não curto o radicalismo: nas primeiras iterações, ou exclusivamente na 1ª iteração, software rodando pode ser menos importante que uma boa compreensão do negócio. Da mesma forma que ele pode ser muito importante para a equalização de visão entre todos os <span style="font-style: italic">stakeholders</span>. Mais do que um processo, o que determina o Real Valor a ser entregue em uma iteração é o projeto. E cada projeto é único. Mensagem mais importante (para o negócio e seus usuários): se uma iteração se encerra e você não consegue perceber o Valor, algo errado aconteceu. E é verdade: software rodando tem muito mais valor que uma série de modelos UML ou afins.</p>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">E)ntender (e Melhorar) o Negócio</span></span><br />
É difícil aceitar que um projeto seja tocado sem que boa parte da equipe tenha uma mínima compreensão sobre o negócio que está sendo automatizado. É difícil entender a razão para tal alienação ser tão comum em nossa área. Mas o princípio aqui vai além: além de uma boa compreensão do negócio e dos projetos afetados pelo projeto, um processo &#8216;business-centric&#8217; incentiva a busca por melhorias.</p>
<p><span style="font-size: 130%"><span style="font-weight: bold; color: #4181b4">V)alorizar os Ativos de Software</span></span><br />
Está aqui um princípio que, salvo engano, não vi formalizado em nenhuma proposta de processo. Ele deveria ter dois efeitos:</p>
<ol>
<li>Garantir a qualidade do software que está sendo produzido. Se bem empacotada (documentada e difundida), a aplicação ganha sobrevida. Vale apelar para um velho chavão: ativos de software, ao contrário dos ativos físicos, ganham mais valor quanto mais são utilizados. Todo software (de negócio) deveria ser construído para durar&#8230; muito.</li>
<li>Dar sobrevida aos ativos existentes (também conhecidos como sistemas legados). Trata-se de um dos principais alvos das iniciativas SOA. Mas, hoje em dia, serão raros os projetos que não estabeleçam um mínimo relacionamento com software existente. Combater a síndrome NIH (Not Invented Here) e dar valor para aplicações (conhecimentos!) existentes é uma boa prática.</li>
</ol>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">A)daptar o Processo</span></span><br />
Taí um princípio que, se adotado pela (IBM) Rational desde o início (do RUP), teria evitado uma série de problemas. Se todo projeto é único, como acreditar em um único processo? Toda organização possui e vive seus valores e costumes. Algumas sobrevivem a eles (hehe.. brincadeirinha). Essa base, mais um conjunto de princípios (ou boas práticas, como as descritas aqui), dá forma à um meta-processo. Um <span style="font-style: italic">framework</span> que seria posteriormente adaptado para cada tipo de projeto e também para cada projeto.</p>
<p>No nível mais baixo (um projeto), quatro variáveis principais afetam a configuração de um processo: O Negócio (sua estratégia, processos, departamentos e pessoas afetados); o Tipo de Aplicação (Transacional, Analítica ou Utilitária); a Tecnologia e o perfil da Equipe. Claro, várias outras questões (regulatórias, SOX, Bacen, Basiléia&#8230; por exemplo) também podem gerar considerável impacto no desenho dos processos de desenvolvimento e gerenciamento do projeto.</p>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">G)erenciar Requisitos (e Mudanças)</span></span><br />
Vira e mexe, há tempos, o dado pipoca por aí: requisitos (e mudanças) estão de alguma forma relacionados com 80% dos problemas dos projetos que fracassam. Como eles (os projetos fracassados) não são poucos, é inaceitável que este princípio não conste de um processo para desenvolvimento de software. Pode parecer chatice (de certa forma o é), mas &#8220;balancear prioridades dos <span style="font-style: italic">stakeholders</span>&#8221; não é o termo adequado. Parece até &#8220;forçada de barra&#8221; para arrumar uma letra B (e assim compor o perfeito ABCDEF). E por falar nisso, gerenciar requisitos não significa lotar paredes com <span style="font-style: italic">post-its</span> coloridos.</p>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">A)tacar os Riscos</span></span><br />
Assim como os requisitos, o mau gerenciamento de riscos também está entre as principais causas das falhas em projetos de software. Como Grady Booch já falava em 96 [2], &#8220;se você não atacar os riscos, eles o atacarão&#8221;. O verbo é este mesmo: Atacar (a redação de um princípio deve ser clara e direta). E é equivacada a impressão de que riscos são questões exclusivas de arquitetura. Um bom entendimento do negócio (princípio #2 acima), significa também a descoberta de riscos e até uma possível antecipação de mudanças. Aliás, os riscos de negócio são mais perigosos que os riscos de arquitetura (por mais que algumas péssimas aplicações tentem nos provar o contrário).</p>
<p><span style="font-size: 130%; color: #4181b4"><span style="font-weight: bold">R)espeitar os Usuários</span></span><br />
É chato que algo assim tenha que aparecer numa lista de princípios. Mas, infelizmente, se fez necessário. É bom que seja o item de fechamento da lista. Força a revisão de muitos fatores que podem ter ficado implícitos. Por exemplo: vamos ouvir e gerenciar todas as expectativas dos usuários. Mas não fugiremos da responsabilidade de sugerir melhorias, ou de alertá-los sobre riscos em potencial. Respeitaremos a inteligência e o tempo dos usuários estudando seu negócio, falando sua língua. E, mais importante, nos comprometendo com seus objetivos de negócio.</p>
<p>Por tudo isso eu gostei do DEVAGAR. &#8220;DEVAGAR &amp; SEMPRE&#8221;, como naquela fábula da tartaruga. Taí, já arrumei até mascote para o &#8216;business-centric&#8217;&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold; color: #4181b4">.:.</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000099">Notas</span>:</p>
<ol>
<li><span style="font-size: 85%">Os princípios desenham o perfil de um processo. Quanto mais genéricos forem, mais maleável é o processo. Por isso é preciso ter muito cuidado com processos que se apresentam como de uso geral, mas apresentam princípios que, de certa forma, são &#8216;intrusivos&#8217;. Reparem: trata-se de uma crítica que se aplica à listinha DEVAGAR acima. Com certeza ela não atenderá qualquer tipo de negócio. O que dizer então de projetos?<br />
O mais importante é ter um bom ponto de partida. E ninguém pode ensiná-lo melhor do que seu próprio negócio.</span></li>
<li><span style="font-size: 85%"><span style="font-weight: bold">Object Solutions &#8211; Managing the Object-Oriented Project</span><br />
Grady Booch. Addison-Wesley (1996).</span></li>
</ol>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold; color: #4181b4">.:.</span></p>
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		<title>Business-Centric</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 14:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pv</dc:creator>
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<p>Para entender: quando lançado, eram apresentados como princípios (ou grupos de melhores práticas) do RUP [1]:</p>
<ol>
<li>Desenvolver software de maneira iterativa</li>
<li>Gerenciar Requisitos</li>
<li>Utilizar arquiteturas baseadas em componentes</li>
<li>Modelar o software</li>
<li>Verificar continuamente a qualidade dos artefatos gerados</li>
<li>Controlar mudanças</li>
</ol>
<p>Com o tempo os princípios foram mudando. Em determinado momento, o &#8220;espírito do RUP&#8221; consistia em [2]:</p>
<ol>
<li>Atacar os grandes riscos o quanto antes, continuamente</li>
<li>Entregar valor para o cliente</li>
<li>Direcionar seus esforços para gerar software executável</li>
<li>Assimilar mudanças o quanto antes no projeto</li>
<li>Definir uma arquitetura o quanto antes</li>
<li>Construir o sistema com componentes</li>
<li>Trabalhar como uma equipe</li>
<li>Fazer da qualidade um modo de vida</li>
</ol>
<p>A pressão do &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Agile_Manifesto" title="Def na Wikipedia">Agile Manifesto</a>&#8221; e por um processo menos &#8220;pesado&#8221; continuou, o que nos trouxe para o mais novo conjunto de princípios que, segundo Per Kroll e Bruce MacIsaac [3], norteiam tanto o RUP quanto o OpenUP. São eles:</p>
<ul>
<li>A)daptar o Processo;</li>
<li>B)alancear Prioridades dos stakeholders;</li>
<li>C)olaboração entre os times;</li>
<li>D)emonstrar valor de maneira iterativa;</li>
<li>E)levar o nível de abstração; e</li>
<li>F)ocalizar continuamente a qualidade.</li>
</ul>
<p>Este último conjunto seria, segundo seus criadores, &#8220;Business-Centric&#8221;, enquanto os dois anteriores, particularmente o primeiro, seria nitidamente &#8220;Architecture-Centric&#8221;. No grupo de discussão, respondendo ao Marcio Tierno e Rodrigo Yoshima, eu falei que não concordava com o rótulo &#8220;Business-Centric&#8221;. É um rótulo adotado pelos próprios criadores da lista de princípios. Se fosse um rótulo colocado por gente de fora, um consenso, tudo bem. Mas ao batizar suas idéias e sugestões de práticas de &#8220;business-centric&#8221;, os autores, <span style="font-style: italic;">imho</span>, pesaram a mão. Eu disse que a lista parece mais &#8220;Agile-Manifesto-Centric&#8221;, enquanto o Tierno sugeriu &#8220;User-Centric&#8221;. Mas a crítica não basta.</p>
<p>Desde então ando pensando em quais seriam os princípios de um processo &#8220;Business-Centric&#8221; de verdade. Meus 7 cents:</p>
<ul>
<li>D)emonstrar valor de maneira iterativa</li>
<li>E)ntender (e Melhorar) o negócio</li>
<li>V)alorizar ativos de software</li>
<li>A)daptar o processo</li>
<li>G)erenciar requisitos (e mudanças)</li>
<li>A)tacar os riscos</li>
<li>R)espeitar os usuários</li>
</ul>
<p>Ops&#8230; D.E.V.A.G.A.R&#8230;. não deve pegar muito bem. Talvez com sobrenome: &#8220;Devagar e Sempre!&#8221; hehe..</p>
<p>Mas, apesar do nome, gostei da idéia. No próximo <span style="font-style: italic;">post</span> falo um pouco mais sobre cada princípio.</p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(65, 129, 180);">.:.</span></div>
<p><span style="font-weight: bold; color: rgb(65, 129, 180);">Bibliografia</span>:
<ol>
<li><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;">The Rational Unified Process &#8211; An Introduction</span><br />Phillipe Kruchten. Addison-Wesley (2000 &#8211; 2ª Edição).</span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;">The Rational Unified Process Made Easy</span><br />Phillipe Kruchten e Per Kroll. Addison-Wesley (2003).</span></li>
<li><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight: bold;">Agility and Discipline Made Easy &#8211; Practices from OpenUP and RUP</span><br />Per Kroll e Bruce MacIsaac. Addison-Wesley (2006).</span></li>
</ol>
<div style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold; color: rgb(65, 129, 180);">.:.</span></div>
<p>Artigos relacionados:<ol>
<li><a href='http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2007/08/16/devagar/' rel='bookmark' title='D.E.V.A.G.A.R.'>D.E.V.A.G.A.R.</a></li>
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<li><a href='http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/2009/09/30/crise-no-mundo-agil-que-crise/' rel='bookmark' title='Crise no Mundo Ágil. Que Crise?'>Crise no Mundo Ágil. Que Crise?</a></li>
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