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Certificando a Maria

Certificando a Maria

Há quase um ano, em 21/4/18, a Maria deu as caras no Caipira Ágil. Ela tinha dois dias de vida. O tio coruja e sacana não pagou pelos direitos de imagem. E usou a foto como um quebra-gelo dos mais apelativos.
 
RenDanHeYi !

RenDanHeYi !

Um pouco antes de morrer, Taiichi Ohno – o pai do Sistema Toyota de Produção – foi perguntado: o que você está fazendo? Ele respondeu: pensando em formas de reduzir o tempo gasto entre o pedido do cliente e a entrada do dinheiro. Do Sistema Toyota derivamos o Lean e muito do que vemos no mundo Agile. A grande constante – obsessão? – é o tempo. Por isso falamos tanto sobre fazer o dobro do trabalho na metade do tempo, otimizar fluxos, entregar continuamente etc. Talvez tenha chegado a hora da China nos sugerir um modelo – um sistema. A obsessão é outra: espaço. E isso pode mudar bastante as nossas conversas.
 
PO: Quem se Habilita?

PO: Quem se Habilita?

Não é fácil ser Dono de Produtos. Mas não precisamos levantar restrições como aquelas colocadas pela Toyota para seus engenheiros-chefe. Doze anos de formação? Não precisamos de tanto. Dez mil horas de prática? Não faria o menor sentido.
 
O PO é uma Solução Simples

O PO é uma Solução Simples

Simples, não simplista nem simplória. O Dono de Produtos nos ajuda a lidar com a complexidade sem complicação. Sua função é inspirar e orientar o desenvolvimento de soluções criativas. É fácil explicar e justificar o PO. A gente é que complica.
 
É Difícil Abrir Mão do PO

É Difícil Abrir Mão do PO

Quais são as alternativas ao Dono de Produtos (PO)? Um comitê? Não seria muito ágil. Um portão escancarado para as demandas? Aumentaria exponencialmente os riscos de desalinhamento e desperdício. Analistas de negócios? Não são diferentes dos POs sem poder. Quando entendemos o valor do recurso PO, fica difícil abrir mão dele.
 
É Fácil se Livrar do PO

É Fácil se Livrar do PO

Jeff Sutherland se inspirou¹ no Engenheiro-Chefe da Toyota para criar o papel do Dono de Produtos (PO). O que aproveitamos desse modelo? Um EC é visto como um “super-engenheiro e líder”. Sua formação não dura menos do que doze anos. Sua posição é a mais cobiçada entre os engenheiros daquela empresa japonesa². Quanto disso nós trouxemos para os nossos POs? Quase nada.
 
Checkup Ágil – Parte III

Checkup Ágil – Parte III

Terceira e última parte da série. Já conversamos sobre eficácia e eficiência, particularmente sobre a necessidade de rever nossos processos de forma a dar um pouquinho mais de atenção para o domínio do problema. Nada disso fará sentido se não considerarmos a parte mais frágil, complexa e fundamental da coisa toda. Estou falando da gente.
 
O Problema do Cliente

O Problema do Cliente

Hoje o problema não é nosso. Mas a gente quer que seja. Pretendemos desenhar um produto ou serviço que melhore a vida de um cliente. Por onde devemos começar? Quais ferramentas podem nos ajudar? Quais hábitos e mal entendidos colocam em risco a nossa empreitada?