• O que precisa ser feito?

    Peter Drucker escreveu que esta é a pergunta mais importante que uma pessoa de negócios pode fazer. Em outro campo, Frederick Brooks afirmou que a parte mais crítica de um projeto é aquela onde se define o que precisa ser feito.
    O {finito} equilibra-se nesses dois mundos, Negócios e Tecnologia da Informação, com a proposta de desenvolver conteúdo que ajude a todos que precisam definir e dizer
    o que precisa ser feito.

  • Quem sou ?

    Paulo Vasconcellos, mineiro de Varginha que já programou computadores, gerenciou projetos, desenhou soluções de TI e, nas horas vagas, apresentou programas de rádio e descansou com música, livros e cinema.
    Com mais de 25 anos de carreira, hoje me dedico a estudar, desenvolver conteúdo e ser um tio disponível e divertido para a Lara, Gabriel, Luizinho, Brunão e Mateus.
    Meu perfil no LinkedIn.

  • Conteúdo não é o Fim

    O conteúdo aqui desenvolvido e apresentado - treinamentos, artigos e palestras - é só o meio. Uma desculpa. Espero sinceramente que lhe seja útil, mas ele não é o fim.
    Me interessam mesmo os encontros que ele pode gerar. Avalio o sucesso do {finito} pela qualidade das conversas - trocas de ideias e experiências - que ele promove.
    O resto é consequência.

  • Acompanhando e Trocando Ideias


    Para uma troca mais direta, ainda que assíncrona, me mande um email (finito@pfvasconcellos.com) ou utilize este formulário.
    Para a melhor e mais eficaz das trocas, um tête-à-tête, me mande um convite. Ou aceite algum dos meus.
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Posts Tagged ‘Scott Berkun’

A Receita e o Bolo de Fubá

Série "De Brooks a Berkun" - 5ª e última parte.Quando pensei no título desta última parte da série busquei algo que fosse extremamente simples, uma receita culinária de um prato bem 'default'. Mas que ao mesmo tempo parecesse único em cada 'fornada'. O bolo de fubá foi uma lembrança imediata. Nunca vi dois iguais. Mais seco, mais molhado, dois ou quatro ovos, com queijo ou não... com vinagre!?! Pois é, achei mais de 30 mil ocorrências para "bolo de fubá" ... Leia +

 

… E a inevitabilidade das Marés

Série "De Brooks a Berkun" - 4ª Parte"O primeiro passo é aceitar as mudanças como um estilo de vida, e não como um desvio, uma exceção". Assim, de forma simples e direta, Fred Brooks começa a tratar o tema "Mudanças".Mudanças ocorrerão em um projeto não só porque o trabalho inicial (coleta e análise de requisitos e arquitetura da solução) não foi bem feito. Segundo Brooks, "a entidade Software está sempre sujeita a pressões por mudanças. Claro, como prédios, carros ... Leia +

 

Vai entender o que o Cliente quer

Série "De Brooks a Berkun" - Continuação da 3ª Parte.Scott Berkun dedica várias páginas de seu livro para tratar da tal 'Engenharia de Requisitos' (termo que ele não utiliza) e do 'Design' (termo que ele usa insistentemente) de uma solução. Capítulos como "How to figure out what to do", "Where Ideas come from" e "What to do with ideas once you have them" dão o merecido tratamento aos temas.Para Berkun, a Perspectiva do Cliente pode ser obtida de duas ... Leia +

 

Castelos de Areia…

Série "De Brooks a Berkun" - 3ª ParteEm 1986 Fred Brooks publicou o artigo "No Silver Bullet", que aparece como o capítulo 16 da edição que comemorou os 20 anos de "The Mythical Man-Month". Para Brooks, "ainda cometemos erros de sintaxe, com certeza, mas eles não são nada quando comparados aos erros conceituais da maioria dos sistemas". Scott Berkun cita Brooks na abertura do capítulo "How to figure out what to do", o terceiro de "The Art of Project Management":"A ... Leia +

 

Os Dois donos do Projeto (Totó)

Série "De Brooks a Berkun" - Continuação da 2ª Parte.Fred Brooks encerra "O Time Cirúrgico", terceiro capítulo de "The Mythical Man-Month", falando que um sistema deve ter total Integridade Conceitual, e que isso só seria possível através da dedicação integral de um Arquiteto (System Architect, no texto original). Logo depois, em "Por que a Torre de Babel falhou?", ele fala de dois líderes em um projeto: o Arquiteto (ou Diretor Técnico) e o Produtor. Mas o dito popular não ensina ... Leia +

 

Como montar Times e influenciar Projetos

Série "De Brooks a Berkun" - 2ª ParteA experiência prática de Fred Brooks, como citado anteriormente, foi com projetos mastodônticos: 1000 pessoas envolvidas ou mais. Mas ele lembra que desde aquela época os 'gerentes de programação' preferiam "pequenos e 'agudos' times formados por pessoas de 'primeira classe'". Brooks cita um estudo (de Sackman, Erikson e Grant) que mostra que um programador de 'primeira classe', que recebia US$20.000/ano, podia ser até 10 vezes mais produtivo que um programador de US$10.000/ano. Mas ... Leia +

 
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As imagens utilizadas nas apresentações dos treinamentos são de Tanakawho.